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Dia dos Avós na ACCABEM

Sábado, 23, fomos mais uma vez à ACCABEM para levar amor e comemorar com eles o Dia dos Avós! Lá trocamos experiências, aprendemos um pouco mais e sentimos muito! E dessa vez quem tentou colocar todo esse sentimento em palavras foi a agente e voluntária Bianca:

“Fui sem expectativas… Sim, sem qualquer expectativa. O que vinha na mente, no corpo e na alma era amor, amor e amor.

Chegamos, medo do desconhecido se tornava maior, a cada minuto; nunca ter ido à ACCABEM apertava o coração. Antes da entrada, foram passadas algumas recomendações por uma senhora que, como quem recepciona seus familiares, abriu um sorriso (daqueles que você esquece o tempo por alguns segundos) e nos disse: “passados os conselhos, levem apenas amor que será maravilhoso”. Quanta gratidão senti por aquela senhora, voluntária há 25 anos, que coração bom, quanto amor para oferecer. E então nos reunimos em uma roda que me fez sentir em casa, sede de pertencimento, de servir, igualdade e gratidão.

Entramos. Muita energia e amor naquele lugar tão humilde e tão cheio de lições e histórias. Não pensei muito, só segui o coração e falei para a primeira senhora que encontrei: “posso te dar um abrtaço?” prontamente, ela disse: “abraço? Eu amo abraço… obrigada, menina, que Deus te abençoe” e, assim dei o abraço mais apertado do mundo.

Um dos lugares mais lindos que já vi, lindos de alma, de cuidado. Aprendi tanto! Dona Nildete, está no ranking das 10 pessoas mais saudáveis que já conheci: em 30 minutos de conversa, me ensinou que bater suco sem água é um dos segredos de uma vida saudável e da longevidade, me disse que a fruta é linda, é natureza, já vem pronta e não precisa de nada mais; ela disse: “sim, menina, amo todas as frutas, conheço todas… Você não é baiana não é? Não conhece Jenipapo; e, com certeza, não come manga verde… Sabia que é bom para as vistas?” E assim nossa conversa se iniciou, uma pessoa cheia de vida. Ali, naquele cantinho, fiquei, ouvi… O tempo passou rápido, bem rápido e ouvi um cantar, sim, tinha 2 aniversários sendo comemorados naquele domingo e, consequentemente, 2 bolos!

Depois de algumas horas, saímos, fizemos mais uma vez a roda, e só o que sentia era gratidão… Obrigada! Obrigada dona Nildete, dona Teresinha, Dona Célia e todos os “donos” por ai… Gratidão! Vocês, com certeza, não sabem o quanto mudaram minha percepção de mundo, de vida… Sim, eu recebi imensamente mais do que levei.”

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